quinta-feira, 30 de maio de 2013

Mundo D'Eficiente: Recurso tecnológico atenderá alunos com deficiênci...

Mundo D'Eficiente: Recurso tecnológico atenderá alunos com deficiênci...: Estudantes com deficiência auditiva , na faixa de cinco a 17 anos, matriculados nas redes públicas, terão acesso ao sistema de freqüência...

quarta-feira, 29 de maio de 2013

(D)Eficiente: Exoesqueleto para paraplégicos começa a ser testad...

(D)Eficiente: Exoesqueleto para paraplégicos começa a ser testad...: O neurocientista Miguel Nicolelis,  durante  a  palestra no auditório da  Finep, no Rio.  O ambicioso projeto do grupo de cienti...
O ambicioso projeto do grupo de cientistas comandado pelo paulistano Miguel Nicolelis, 52, que pretende fazer um paraplégico dar o pontapé inicial da Copa de 2014, no Brasil, usando um esqueleto biônico controlado pelos pensamentos, deve entrar na fase de testes com humanos no mês que vem.

A revelação foi feita por Nicolelis durante palestra ontem na Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), a agência pública brasileira que financia o projeto, chamado Andar de Novo e orçado em R$ 33 milhões.

"As primeiras simulações do exoesqueleto já foram feitas e, para minha satisfação, ele funciona como planejado", disse Nicolelis, que está à frente do IINN (Instituto Internacional de Neurociências de Natal) e é professor da Universidade Duke (EUA).

Segundo ele, até o momento, já houve uma simulação com macacos usando um protótipo. "Conseguimos realizar padrões de marcha usando simuladores e, daqui a alguns meses, a gente espera que esse macaco ande com o exoesqueleto tanto lá na Duke quanto no nosso laboratório aqui em Natal."

Para os testes com humanos, os voluntários serão selecionados pela AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente) , em São Paulo, segundo Neiva Paraschiva, diretora-executiva da associação que gerencia o IINN. Ela afirmou também que os primeiros testes "não serão invasivos", ou seja, não haverá a conexão de eletrodos ao cérebro do paciente para que eles possam emitir os comandos que controlarão o exoesqueleto. O equipamento deve incluir ainda um revestimento que dará um feedback tátil ao cérebro do usuário, permitindo que ele "sinta" o chão onde pisa.

Segundo a AACD, serão selecionados para o teste dez pacientes com lesão medular incompleta, isto é, ainda com algum grau de movimento.

O superintendente-geral da instituição, João Octaviano Machado Neto, diz que a aprovação do estudo pela Conep (Comissão Nacional de Ética em Pesquisa) deve sair ainda neste mês.

A parceria da AACD com os cientistas, financiada pela Finep, ampliará o laboratório da entidade, criando "o mais avançado laboratório de reabilitação neurorrobótica do planeta", segundo Nicolelis.

O cientista disse também que o primeiro simulador de locomoção completo do mundo será testado na AACD "nas próximas semanas".

"O paciente vai olhar para um avatar de si mesmo andando e vai treinar o cérebro, usando a informação visual, para gerar os sinais que precisamos pegar para controlar o exoesqueleto no futuro."

Nicolelis se emocionou ao citar a meta de demonstrar o projeto na abertura da Copa.

"Se tudo der certo, um brasileiro ou uma brasileira, jovem adulto, de até 1,70 m, com até 70 kg, vai levantar de uma cadeira de rodas, realizar 25 passos da linha lateral até o centro do gramado e abrir a Copa com um chute da ciência brasileira para toda a humanidade", disse o cientista, indo às lágrimas.

Para Machado Neto, da AACD, o prazo curto, de um ano, até a abertura da Copa não é um problema. "É um desafio, mas os desafios produzem grandes resultados."

Ainda que o exoesqueleto não seja uma solução para todos os paraplégicos, diz ele, é uma vertente importante de pesquisa. "Temos toda sorte de paciente, o importante é melhorar a qualidade de vida deles."

(D)Eficiente: Homem que não se move e nem fala ‘escreve’ livro p...

(D)Eficiente: Homem que não se move e nem fala ‘escreve’ livro p...: Devido a uma esclerose, Ailton Vilela vive em uma cama, em Goiânia. 'Quero passar uma mensagem de esperança através do livro', d...

Homem que não se move e nem fala ‘escreve’ livro piscando os olhos

Publicado em quarta-feira, 22 de maio de 2013 por Fernanda Zago

Devido a uma esclerose, Ailton Vilela vive em uma cama, em Goiânia.
'Quero passar uma mensagem de esperança através do livro', declara.

Do g1 go, com informações da tv anhanguera

O ex-garçom Ailton Vilela, de 47 anos, não fala e nem se movimenta, mas isso não foi uma barreira para que ele “escrevesse” o livro “A Fabilidade dos Projetos Humanos”. A publicação foi possível porque a irmã e enfermeiras que cuidam dele buscaram um método para ajudá-lo a se comunicar com o piscar dos olhos, pois, conforme a letra que quer dizer, ele pisca. Assim, letra por letra, o livro foi feito.

Ailton vive em uma cama na casa dele. A imobilidade é consequência de uma esclerose, que ele descobriu ter aos 40 anos, logo depois que se casou. Desde então, Ailton teve uma mudança radical de vida. A doença rara foi se desenvolvendo e há cinco anos ele não se movimenta e depende de aparelhos para respirar. Também faz cinco anos que o filho dele, Samuel, nasceu. Como ele já estava nessa situação, o ex-garçom nunca conseguiu tocar no filho, o que lhe causa tristeza.

Apesar dos problemas físicos, Ailton não perdeu a memória. Sabendo disso, a irmã que cuida dele, Jackeline Vilela, e duas enfermeiras pensaram em como poderiam ajudá-lo a se expressar. Elas fizeram uma tabela com números e com todas as letras do alfabeto, dispostas em seis linhas e seis colunas. Conforme a quantia de vezes que ele pisca, ele indica a localização da letra que ele quer usar. Foi piscando letra por letra que ele escreveu as 89 páginas da obra “A Fabilidade dos Projetos Humanos”.

A publicação foi lançada no último dia 17 de maio, em Goiânia. A obra conta um pouco da vida de Ailton. “Através do livro ele explica como tudo começou e como foi a trajetória da doença. Ele quer passar uma mensagem de esperança. Embora ele esteja acamado, doente, ele não deixa de lutar”, declara a irmã de Ailton. Piscando, o próprio autor do livro reforçou o teor da mensagem: “Apesar de tudo, eu sou feliz e quero passar uma mensagem de esperança através do livro”.

A história do ex-garçom é exemplo para muitas pessoas. A enfermeira Eliane Mendes Ribeiro, que ajuda a cuidar dele, ressalta a força que Ailton possui para continuar a viver. “É uma pessoa iluminada por Deus. No estado em que ele se encontra, ele ainda encontra força pra escrever um livro e passar uma mensagem de fé e esperança pra gente”, declara.



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Olá pessoal da paz continuando a nossa série especial vamos discorrer nesse texto o seguinte tema: Porque as pessoas reprimem a sexualidade dos deficientes?
Bom antes de entrarmos nesse assunto quero destacar aqui os tópicos anteriores dessa série, caso você não tenha lido.


Acompanhe Parte 1

Acompanhe Parte 2

Porque as pessoas reprimem a sexualidade dos deficientes?

A luta das pessoas com deficiências ao longo dos anos buscando inclusão, respeito e aceitação na sociedade tem sido uma luta árdua, constante e difícil.

Vencer o senso comum, preconceitos e ideologias infundadas produzidas pelos nossos primórdios são a eterna busca das pessoas com deficiências.
Quando falamos de repressão à sexualidade das pessoas com deficiência estamos falando de mais uma luta a ser vencida pelo deficiente, a autoproteção dos pais e professores de escola, o medo e inexperiência das pessoas em saber lhe dar com o diferente e a estética. Esses são os principais agentes repressores da sexualidade das pessoas com deficiências.

Não sei lhe dar com a sexualidade da pessoa com deficiência, não sei falar sobre isso, logo proíbo reprimo.

Porque estética? Estética é um padrão de beleza imposto pela sociedade e que acaba afetando diretamente o a pessoa com deficiência. Nossa sociedade tem um padrão de beleza que tem a perfeição como parâmetro. Por isso, são comuns as pessoas com deficiência se sentirem totalmente fora desse formato, pois foge dos conceitos estéticos vigentes.

Isso faz com que ele (a) não se considere bonito (o), o que traz muito sofrimento e principalmente repressão. É importante para qualquer deficiente que ele olhe para si mesmo e que goste do que está vendo, valorize-se e se fortaleça. Só assim vai conseguir encarar as diversidades e repressões existentes no mundo, podendo acabar com os estigmas e as lendas urbanas.

Quando uma pessoa se sente bem consigo mesma, ela sente o desejo de se cuidar e isso acaba interferindo positivamente no processo de reabilitação. As pessoas com deficiência precisam mostrar para a sociedade que beleza não tem um único padrão, pois é possível encontrá-la na imperfeição de que é feita a vida.

O importante é a avaliação subjetiva que uma pessoa faz de si mesma e que esta seja uma ferramenta de motivação para sua vida. Que não se encaixa nesse padrão, ele já tem sua autoestima comprometida em decorrência da deficiência e ainda tem que enfrentar essas questões de beleza.

Não se preocupe, nem se perturbe se a sua sexualidade está aflorada e sentimentos e desejos sexuais estão vindo a tona, isso é normal e faz parte da vida independente de ser ou não ser pessoa com deficiência, viva a vida não aceite as repressões e seja feliz.

Texto elaborado por: Damião Marcos e Carolina Câmara

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Recurso tecnológico atenderá alunos com deficiência auditiva

Publicado em segunda-feira, 27 de maio de 2013 por Fernanda Zago
Estudantes com deficiência auditiva, na faixa de cinco a 17 anos, matriculados nas redes públicas, terão acesso ao sistema de frequência modulada pessoal (FM) a ser fornecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).Esse recurso tecnológico visa melhorar a comunicação e interação de deficientes auditivos com professores, colegas e família, e ajudá-los a desenvolver mais rapidamente as competências sociais e a linguagem oral.

Dados da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC, indicam que 70 mil estudantes apresentam deficiência auditiva e poderão ser atendidos pelo SUS. De acordo com Martinha Clarete Dutra dos Santos, diretora de políticas da educação especial da Secadi, para se beneficiar do sistema pessoal FM, a criança ou adolescente precisa ser usuário de aparelho de amplificação sonora individual (Aasi) ou implante coclear (IC).

A decisão de oferecer o recursos tecnológico para estudantes está na Portaria nº 21, do Ministério da Saúde, publicada no Diário Oficial da União em 8 de maio deste ano. A execução do projeto é dos ministérios da Educação e da Saúde, em parceria com as redes de educação e saúde de estados e municípios.

Martinha Clarete explica que o sistema pessoal FM é composto de um microfone ligado a um transmissor de frequência modulada portátil, usado pelo professor, que capta sua voz e transmite diretamente ao receptor de FM conectado ao aparelho (Aasi ou IC) do estudante. A transmissão direta permite ao aluno ouvir a fala do professor de forma mais clara, eliminando o efeito de ruído ou reverberação do ambiente escolar, além de suprimir a distância entre o sinal de fala do educador e o aluno.

Pesquisa – Para identificar os benefícios pedagógicos do uso do sistema pessoal FM no contexto escolar, e definir os critérios de indicação, o MEC desenvolveu, em 2012, o projeto uso do sistema de FM na escolarização de estudantes com deficiência auditiva em escolas públicas. A pesquisa envolveu 106 escolas, 202 estudantes e 99 professores do atendimento educacional especializado, nas cinco regiões do país.

Martinha Clarete informa que a pesquisa comprovou a eficácia do sistema FM por usuários de Aasi e IC na promoção de acessibilidade no contexto escolar, ampliando as condições de comunicação e interação entre alunos e professores. Ficou claro que o sistema FM agrega uma melhora na comunicação entre os alunos que o utilizam e os demais colegas, professores e pais. Ao melhorar a interação e comunicação oral, diz Martinha, eles desenvolvem mais rapidamente as competências sociais, resultando em exposição maior à linguagem oral.

Articulação – Para que a tecnologia chegue aos alunos será necessária uma articulação entre as redes de educação pública e o SUS, em estados e municípios. Cabe ao MEC qualificar os professores para identificar os potenciais usuários; será responsabilidade das escolas encaminhar os estudantes aos postos de saúde do município. No posto de saúde, a criança ou jovem será examinado por um médico otorrino, que vai fazer a configuração do aparelho e definir a faixa de frequência individual, para que a voz do professor chegue limpa e o aparelho cumpra sua função.

Martinha Clarete diz que é importante o esforço de todos para que a tecnologia chegue aos estudantes que dela precisam e que seu uso amplie as possibilidades de aprendizado. “Não adianta ter um recurso de alta tecnologia se não soubermos usá-lo adequadamente”, explica.


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