quarta-feira, 29 de maio de 2013

Olá pessoal da paz continuando a nossa série especial vamos discorrer nesse texto o seguinte tema: Porque as pessoas reprimem a sexualidade dos deficientes?
Bom antes de entrarmos nesse assunto quero destacar aqui os tópicos anteriores dessa série, caso você não tenha lido.


Acompanhe Parte 1

Acompanhe Parte 2

Porque as pessoas reprimem a sexualidade dos deficientes?

A luta das pessoas com deficiências ao longo dos anos buscando inclusão, respeito e aceitação na sociedade tem sido uma luta árdua, constante e difícil.

Vencer o senso comum, preconceitos e ideologias infundadas produzidas pelos nossos primórdios são a eterna busca das pessoas com deficiências.
Quando falamos de repressão à sexualidade das pessoas com deficiência estamos falando de mais uma luta a ser vencida pelo deficiente, a autoproteção dos pais e professores de escola, o medo e inexperiência das pessoas em saber lhe dar com o diferente e a estética. Esses são os principais agentes repressores da sexualidade das pessoas com deficiências.

Não sei lhe dar com a sexualidade da pessoa com deficiência, não sei falar sobre isso, logo proíbo reprimo.

Porque estética? Estética é um padrão de beleza imposto pela sociedade e que acaba afetando diretamente o a pessoa com deficiência. Nossa sociedade tem um padrão de beleza que tem a perfeição como parâmetro. Por isso, são comuns as pessoas com deficiência se sentirem totalmente fora desse formato, pois foge dos conceitos estéticos vigentes.

Isso faz com que ele (a) não se considere bonito (o), o que traz muito sofrimento e principalmente repressão. É importante para qualquer deficiente que ele olhe para si mesmo e que goste do que está vendo, valorize-se e se fortaleça. Só assim vai conseguir encarar as diversidades e repressões existentes no mundo, podendo acabar com os estigmas e as lendas urbanas.

Quando uma pessoa se sente bem consigo mesma, ela sente o desejo de se cuidar e isso acaba interferindo positivamente no processo de reabilitação. As pessoas com deficiência precisam mostrar para a sociedade que beleza não tem um único padrão, pois é possível encontrá-la na imperfeição de que é feita a vida.

O importante é a avaliação subjetiva que uma pessoa faz de si mesma e que esta seja uma ferramenta de motivação para sua vida. Que não se encaixa nesse padrão, ele já tem sua autoestima comprometida em decorrência da deficiência e ainda tem que enfrentar essas questões de beleza.

Não se preocupe, nem se perturbe se a sua sexualidade está aflorada e sentimentos e desejos sexuais estão vindo a tona, isso é normal e faz parte da vida independente de ser ou não ser pessoa com deficiência, viva a vida não aceite as repressões e seja feliz.

Texto elaborado por: Damião Marcos e Carolina Câmara

Nenhum comentário:

Postar um comentário